Senadores votam pelo afastamento da presidente Dilma; Temer assume presidência
O Senado decidiu nesta quinta-feira (12) pelo afastamento da presidente Dilma Rousseff. Por 55 votos a 22, os senadores concluíram que Dilma deve ser afastada do cargo para que se dê prosseguimento ao processo de impeachment.
O afastamento tem prazo de 180 dias, para, então, votar novamente e decidir se ela deve sofrer impeachment. O parecer do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) era favorável à continuidade do processo, entendendo que há vários indícios de que Dilma praticou crime de responsabilidade.
O parecer da votação foi proclamado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), às 6h33. Logo após a votação, ele anunciou uma reunião para às 16h. Ao logo do dia a presidente Dilma será notificada do afastamento e, em seguida, o vice-presidente Michel Temer também será notificado para assumir a presidência da república interinamente.
Para o afastamento de Dilma, era necessário voto da maioria simples dos senadores presentes. Já para o impeachment, é preciso voto de 2/3 dos senadores. Se considerada culpada, a presidente é afastada de modo definitivo. Se absolvida, reassume imediatamente sua posição. A presidente terá oportunidade de oferecer sua defesa.
A decisão será pública no Diário do Senado desta quinta-feira (12) e somente após isso o primeiro-secretário Vicentinho Alves (PR-TO) levará a notificação à presidente. O presidente do Senado, Renan Calheiros, afirmou que não havia necessidade de nenhuma cerimônia especial para a posse, já que Temer prestou juramento à Constituição junto com Dilma, em 1º de janeiro de 2015, quando ela assumiu.
A assessoria da Presidência informou que Dilma Rousseff falará com a imprensa às 10h desta quinta, no Planalto. Ela também gravou um vídeo nesta quarta já comentando a decisão pelo seu afastamento. Depois da fala de Dilma, o vídeo será divulgado nas redes sociais. A decisão de escolher as redes sociais e não convocar cadeia de rádio e TV repete uma estratégia já utilizada pela presidente. Segundo interlocutores, Dilma foi aconselhada pelo ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, a não usar as rádios e televisões para evitar possíveis questionamentos jurídicos. Além disso, segundo interlocutores, no formato de vídeo pelas redes sociais, Dilma “terá mais liberdade” para fazer críticas a seus opositores.
Comentários hipócrita esse seu a Bahia melhorou e muito depois de Wagner
“Vingador” vce dá pena coro. Só pena. Vce é puxa-saco assumido seu palhaço.
O “COMPETENTE” WAGNER QUANDO FINALMENTE LIVROU A BAHIA DA SUA PRESENÇA NEFASTA, FOI PRA BRASILIA PRA CONTINUAR A MAMAR NAS TETAS DO GOVERNO E A MANDO DO AMIGUINHO LULA CUIDOU DO GOVERNO DILMA. CUIDOU TAO BEM QUE DEU NO QUE DEU. QUE ESSE INCOMPETENTE DO WAGNER NAO RETORNE PRA BAHIA. VA ATRAS DOS SEUS AMIGOS PETISTAS BEM LONGE DAQUI. OS SENADORES BAIANOS UMA VERGONHA. DISCURSOS ALIENADOS E OPORTUNISTAS. SENADORES BAIANOS VOCES SAO VERGONHA E DECEPÇAO.