O segredo para uma relação feliz é esquecer o parceiro dos sonhos, diz estudo
Foi-se o tempo em que as MULHERES ESPERAVAM PELO PRÍNCIPE ENCANTADO – nem mesmo as personagens dos contos de fada fazem isso hoje em dia! A Ciência, inclusive, chegou à conclusão de que o segredo para que uma relação tenha sucesso não é encontrar a metade perfeita, mas sim, agarrar a melhor à disposição.
Os pesquisadores da Universidade do Texas (EUA) descobriram que o contentamento num relacionamento, e a chave para que ele seja duradouro e feliz (principalmente!), não depende de como o escolhido se encaixa na sua CONCEPÇÃO DE COMPANHEIRO, mas como ele SE COMPARA COM OS OUTROS QUE ESTÃO NO MERCADO.
Para o autor do estudo, Daniel Conroy-Beam, satisfação e felicidade não são conceitos tão objetivos, da maneira que as pessoas pensam. “Nós não precisamos do PARCEIRO DOS SONHOS para que a UNIÃO DÊ CERTO. Na verdade, esses fatores parecem se suceder, em parte, pela ESCOLHA DA MELHOR OPÇÃO DISPONÍVEL PARA NÓS NO MOMENTO”, ele afirma na publicação.
Durante as análises, foi simulado um cenário com a participação de 119 homens e 140 mulheres (com LONGOS RELACIONAMENTOS no currículo), em que cada indivíduo precisava classificar a importância de 27 CARACTERÍSTICAS DESEJADAS PARA O PAR PERFEITO, e o quanto delas havia neles próprios e nos seus namorados/cônjuges atuais. Dessa maneira, foi possível calcular um índice de compatibilidade, ou desejabilidade dentro da amostra. Os participantes também relataram o grau de satisfação e felicidade nas suas relações.
Os que achavam que tinham optado pelo melhor que poderiam – independente disso alcançar o padrão de preferências – estavam contentes; agora, aqueles com os MENOS ATRAENTES, somente se consideravam felizes se o parceiro conseguisse atender às características ideais melhor que a maioria dos POTENCIAIS CONCORRENTES no grupo. Fora isso, o time de especialistas percebeu que, quando uma eventual substituição poderia ser mais difícil – ou porque a outra parte era mais desejável ou se aproximava mais dos traços cobiçados que o restante– o empenho era muito maior para não deixar escapar o que havia se conseguido.