REPRESENTATIVIDADE: Juliene declara que classe de educadores precisa cobrar seus direitos

Juliene voltou a chamar atenção para o destino do precatório do Fundef, nessa quarta-feira (19/8). Declarou na sessão da Câmara Municipal, que recebeu inúmeras mensagens pelo WhatsApp e Messenger, de pessoas que diziam estar satisfeitas pela conquista em “barrar” um projeto que prejudicaria os educadores.
VOCÊ VIU? Juliene questiona prefeitura sobre contrato de instalação de alambrados em campos de futebol precários
Segundo Juliene, há disponível mais de R$ 6 milhões que serão gastos no setor educacional. “60% desse valor é dos profissionais da educação”, disse a vereadora.
Juliene ressaltou também qual o caminho mais adequado para garantir esses direitos: “Para que esse dinheiro seja devidamente empregado, deve ser elaborado um plano de ação composto por essa casa (Câmara de Vereadores), pelo Executivo, pela Associação dos Professores Licenciados do Brasil – Secção da Bahia (APLB-BA), e do conselho municipal de educação dos profissionais”, destacou.

Segundo a parlamentar, não está havendo manifestação por parte da classe, fez um apelo para que estejam atentos e participem também desse processo. “Não havia proposta para o rateio da verba destinado aos profissionais, e após a aprovação do PL, aprovado no senado ontem, o rateio terá que constar no plano de ação”, informou.
A vereadora encerrou seu discurso com as seguintes palavras: “Essa luta vem ocorrendo desde o momento em que a verba foi disponibilizada, em julho. O plano de ação ainda não foi divulgado e isso é preocupante. Nunca fui convidada para participar de nenhuma reunião da classe; os interessados precisam ter mais representatividade”, cobrou.

