Jovem executado dentro de escola já tinha trocado tiros com a Rondesp

Aratu On parceiro do FALA GENEFAX
O estudante Max Santos de Oliveira, de 18 anos, morto a tiros dentro do Colégio Estadual Aliomar Baleeiro, surpreendido enquanto andava pelos corredores da instituição, na manhã desta sexta-feira (11/3), já havia trocado tiros com a Rondesp em 2020.
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De acordo com testemunhas, o suspeito do crime se identificou na portaria como ex-aluno e conseguiu acesso à unidade. Ele viu Max e atirou várias vezes. A vítima morreu na hora. Policiais militares da 1ª Companhia Independente (CIPM/Pernambués) foram acionados e isolaram a área até a chegada do Serviço de Investigação de Local de Crime.
Por meio de nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que determinou a apuração imediata e rigorosa do crime. Segundo a pasta, imagens do circuito interno de segurança vão auxiliar no esclarecimento do caso. A investigação está sob responsabilidade do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Também por nota, a Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) e a comunidade escolar do Colégio Estadual Aliomar Baleeiro, consternadas, lamentaram o ocorrido com o estudante. As aulas na unidade foram suspensas.
VIDA
De acordo com a SSP, Max Oliveira foi apreendido em 2020 por tráfico de drogas e porte ilegal de arma.
A reportagem do Aratu On conseguiu, na íntegra, o Boletim de Ocorrência registrado pela Companhia Independente de Policiamento Tático (CIPT/Rondesp Central) na Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI).
O relato aponta que o jovem estava na companhia de outros homens, que atiraram contra a guarnição da Rondesp. Na ação, foram apreendidos um revólver com seis munições picotadas, maconha, cocaína, rádio comunicador e celular.

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